Tuesday, December 11, 2007

Gore pretende ser candidato a presidente do imperio em 2012, auge da crise ambiental

Al Gore será o candidato democrata a suceder em 2012 ou a senadora Hillary Clinton ou seu colega Barack Obama - esta é a grande novidade que surgiu da entrevista do ex vice-presidente norte-americano a CNN, em Oslo, Suecia.Ele começou a desfazer o misterio em torno de sua recente conversa na Casa Branca e falou abertamente pela primeira vez sobre seu plano politico, inclusive atendendo ao crescente movimento em favor de sua entrada na lista de pre-candidatos dos democratas para a eleição de outubro do proximo ano. 

Ontem Gore esclareceu de vez  na historica entrevista a Jonatham Mann que tem um plano, sim - e não inclui pegar nenhum cargo de secretário de Estado da proxima administração que ele espera seja democrata na Casa Branca.

Suas declarações só estão perdendo espaço, agora cedo na Europa, para as bombas que mataram 47 na capital da Algeria, país que deu asilo a Miguel Arraes e muitos outros resistentes brasileiros nos anos 60 e 70 e virou teatro de disputa entre ocidente e  oriente no mundo árabe. 

Ontem, na longa festa de recebimento do premio Nobel que divide pelo meio com o grupo de cientistas que confirmaram o aquecimento em fevereiro passado, Al Gore esclareceu que teria comentado com o presidente George Wallace Bush, na semana passada, quando foi convidado à Casa Branca, que os Estados Unidos não podem continuar sendo o vilão do clima quando o mundo esperava o contrario do pais-lider do seculo 21.Gore entendeu ha mais de ano não haver condições ainda de colocar o meio ambiente como prioridade numero um de um candidato democrata, como disse a CNN.

Ele não disse, claro, mas optou por continuar seu trabalho de agitação planetária e propaganda, cobrando 100 mil dolares por show de hora e meia, e esperar amudança de consciência que seus amigos cientistas estão prevendo para os proximos quatro anos.Esse negocio de consciencia ampliada vem do tempo de Gore na universidade, na era Ronald Reagan - e realmente se nota que está ocorrendo com os modernos meios de comunicação e a aldeia global o surgimento de um outro nivel de ver as coisas… o ponto de vista global, digamos.

Ele tem recorrido sempre a necessidade de um outro nivel de consciencia para enfrentar problemas globais como as emissoes de gases do efeito estufa.É o caso por exemplo da discussão em que o governo brasileiro está amarrado, sobre quem deve pagar o preço pela crise do aquecimento e sacrificar sua economia para reduzir as emissões de gas carbonico (CO2), os países mais industrializados ou os menos industrializados como Brasil e India?

Gore lembra que os gases são expelidos constantemente em toda parte, por todo mundo, e circulam em volta do planeta, de modo que as nações ainda são unidades administrativas e portanto devem propiciar as molduras legais e econômicas para reduzir as emissões poluentes, mas a questão tem que ser vista de modo global, por todos e não por este ou aquele país.

Aquecimento global tem que ser resolvido de maneira global - arrancou outra onda de aplauso do auditório.

Ate 2014, portanto, você vai ter que aguentar porque Gore vai continuar com o show que deu a ele o Oscar de melhor documentário deste ano, mesmo sendo horrivel do ponto de vista da intelectualidade cinematografica, e o agora levou até o Nobel da Paz.

É um belo curiculo para concorrer ao cargo de imperador da grande crise ambiental que vem por aí.

Posted by Joao Arnolfo in 12:37:26 | Permalink | No Comments »

Gore pretende ser candidato a presidente do imperio em 2012, auge da crise ambiental

Al Gore será o candidato democrata a suceder em 2012 ou a senadora Hillary Clinton ou seu colega Barack Obama - esta é a grande novidade que surgiu da entrevista do ex vice-presidente norte-americano a CNN, em Oslo, Suecia.Ele começou a desfazer o misterio em torno de sua recente conversa na Casa Branca e falou abertamente pela primeira vez sobre seu plano politico, inclusive atendendo ao crescente movimento em favor de sua entrada na lista de pre-candidatos dos democratas para a eleição de outubro do proximo ano. 

Ontem Gore esclareceu de vez  na historica entrevista a Jonatham Mann que tem um plano, sim - e não inclui pegar nenhum cargo de secretário de Estado da proxima administração que ele espera seja democrata na Casa Branca.

Suas declarações só estão perdendo espaço, agora cedo na Europa, para as bombas que mataram 47 na capital da Algeria, país que deu asilo a Miguel Arraes e muitos outros resistentes brasileiros nos anos 60 e 70 e virou teatro de disputa entre ocidente e  oriente no mundo árabe. 

Ontem, na longa festa de recebimento do premio Nobel que divide pelo meio com o grupo de cientistas que confirmaram o aquecimento em fevereiro passado, Al Gore esclareceu que teria comentado com o presidente George Wallace Bush, na semana passada, quando foi convidado à Casa Branca, que os Estados Unidos não podem continuar sendo o vilão do clima quando o mundo esperava o contrario do pais-lider do seculo 21.Gore entendeu ha mais de ano não haver condições ainda de colocar o meio ambiente como prioridade numero um de um candidato democrata, como disse a CNN.

Ele não disse, claro, mas optou por continuar seu trabalho de agitação planetária e propaganda, cobrando 100 mil dolares por show de hora e meia, e esperar amudança de consciência que seus amigos cientistas estão prevendo para os proximos quatro anos.Esse negocio de consciencia ampliada vem do tempo de Gore na universidade, na era Ronald Reagan - e realmente se nota que está ocorrendo com os modernos meios de comunicação e a aldeia global o surgimento de um outro nivel de ver as coisas… o ponto de vista global, digamos.

Ele tem recorrido sempre a necessidade de um outro nivel de consciencia para enfrentar problemas globais como as emissoes de gases do efeito estufa.É o caso por exemplo da discussão em que o governo brasileiro está amarrado, sobre quem deve pagar o preço pela crise do aquecimento e sacrificar sua economia para reduzir as emissões de gas carbonico (CO2), os países mais industrializados ou os menos industrializados como Brasil e India?

Gore lembra que os gases são expelidos constantemente em toda parte, por todo mundo, e circulam em volta do planeta, de modo que as nações ainda são unidades administrativas e portanto devem propiciar as molduras legais e econômicas para reduzir as emissões poluentes, mas a questão tem que ser vista de modo global, por todos e não por este ou aquele país.

Aquecimento global tem que ser resolvido de maneira global - arrancou outra onda de aplauso do auditório.Ate 2014, portanto, você vai ter que aguentar porque Gore vai continuar com o show que deu a ele o Oscar de melhor documentário deste ano, mesmo sendo horrivel do ponto de vista da intelectualidade cinematografica, e o agora levou até o Nobel da Paz.

É um belo curiculo para concorrer ao cargo de imperador da grande crise ambiental que vem por aí.

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Friday, December 7, 2007

PV se engaja no Dia Anti-Aquecimento Global com manifestações neste sábado

Manifestações ambientalistas acontecem neste sábado em todo o mundo contra a lentidão dos governos em reagir diante do aquecimento global. 

No Brasil organizações nao-governamentais como a SOS Mata Atlantica e o Partido Verde estarão programando manifestações neste sabado em diversas cidades do Brasil, contra o desinteresse do governo Lula em aprovar metas para reduzir as queimadas e consequentemente a contribuição brasileira para o efeito estufa.

De Brasilia, o deputado Paulo Tofano (PV-SP) convocou esta semana todos os filiados do Partido Verde a se engajarem na mobilização permanente contra a falta de providencias para enfrentar as consequencias das mudanças climaticas no Brasil.

Secretário de Formação do PV, Toffano vem tentando imprimir um rumo mais agressivo ao partido, que ainda está atrelado a base de apoio do governo do PT na Câmara dos Deputados. O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) mantém posição independente desde que o partido decidiu voltar à base de sustentação parlamentar.

Toffano quer todos envolvidos com as mobilizações pelo Dia da Ação Global contra as Mudanças Climáticas, programada para acontecer simultaneamente em varias partes do mundo.

- Nosso partido deve mobilizar-se com uma ação concreta na conscientização da população para esse tema. Assim gostaria que todos se organizassem em suas cidades elaborando um movimento popular liderado pelo Partido Verde - disse Toffano.

Os militantes estão engajados em organizarem  passeios ciclístícos, caminhadas ecológicas, distribuição de mudas, plantio em área urbana ou de reflorestamento, limpeza de córregos ou matas, segundo o parlamentar.

- Será uma oportunidade de mostrarmos a nossa força regional e capacidade de mobilização ao organizarmos eventos distintos, em várias cidades, com a mesma temática. 

Posted by Joao Arnolfo in 23:44:22 | Permalink | No Comments »

Thursday, December 6, 2007

Só falta vontade política para EUA seguir resto do mundo e cortar emissões de gases do efeito estufa

Os Estados Unidos tem condições de adotar rapidamente um plano de eficiência energética de baixo impacto sobre os custos de sua economia,  semelhante ao que foi anunciado ontem na Conferência das Nações Unidas para o Clima, na Indonésia, se houvesse vontade política por parte do ocupante da Casa Branca.
 

A oponião foi expressa hoje por diversos observadores e artigos na midia, com base em estudos recentes da indútria americana e do movimento ambientalista. Lester Brown, da Live Earth, aplaudiu o plano alemão embora ressaltando que ele parte de um nivel muito elevado de emissões em 1999, para fixar a meta de 36% de corte até 2020.

Anunciado pela primeira ministra Angela Merckel, que está procurando compensar a falta  de apoio do Partido Verde ao seu governo conservador, o plano de Berlim baseia-se em mecanismos de mercado (incentivos e desestimulos) e politicas publicas para melhorar eficiencia energética, melhores tecnicas de isolamento de edificios e investimentos em novas fontes de energia renovável.

Fica claro a relação entre a politica americana e a decisão do pais responsável por mais de 20% das emissões de gases do efeito estufa em ficar fora do tratado de Kyoto desde que Geroge Wallace Bush assumiu a presidencia dos Estados Unidos.

Um relatorio divulgado semana passado mostra que os EUA poderiam fazer um esforço maior do que este anunciado pela Alemanha, basicamente através de investimentos em eficiencia energetica.

Conclusões similares foram apresentadas tanto por organizações ambientalistas não-governamentais (ongs) quanto por entidades empresariais, incluindo as grandes lideres do setor energetico na America do Norte.

O plano alemão vai custar aos cofres publicos apenas - dizem os analistas - o equivalente ao que os Estados Unidos gastam a cada sete meses na guerra do Iraque: cerca de US$ 45 bilhões ao longo dos proximos anos.

Até agora os cerca de 10 mil participantes da conferencia na ilha de Bali não tiveram grandes emoções alem do plano Merckel.

A novidade é que os Estados Unidos, mesmo isolados agora como única grande nação a não aderir ao esforço decorrente de Kyoto, continuam enrolando nas mesas de negociação e propondo passos inermediários antes de se chegar a moldura de um futuro acordo mundial em torno de metas para cada um reduzir suas emissões de carnbono.

Os EUA ficaram isolados depois que a Australia elegeu um parlamento progressista e o novo primeiro ministro anunciou a adesão do país a Kyoto, deixando Bush sozinho. O primeiro ministro australinao, Kevin Rudd, está agora dando trabalho ao governo americano.

Ele pediu que os Estados Unidos sigam o passo da Australia e se unam ao resto do mundo no esforço para enfrentar as consequêndias do aquecimento global.

Posted by Joao Arnolfo in 18:22:51 | Permalink | No Comments »

Wednesday, December 5, 2007

Greenpeace lança proposta em Bali para zerar o desmatamento de florestas tropicais

O Greenpeace lançou nesta terça-feira uma proposta inovadora para reduzir e, em última instância, zerar o desmatamento das florestas tropicais, ao mesmo tempo em que preserva a biodiversidade e respeita os direitos das populações locais. A iniciativa foi divulgada em um evento paralelo da 13ª conferência da Convenção do Clima em Bali, e contou com a participação dos governos de Papua e Papua Barat, as províncias com maior área intacta de floresta na Indonésia.

A destruição das florestas tropicais representa aproximadamente 20% das emissões totais de gases de efeito estufa e precisa ser contemplada na segunda fase do Protocolo de Kyoto. Indonésia e Brasil são o terceiro e o quarto maiores poluidores globais do clima por causa da destruição das florestas. Para combater as mudanças climáticas, é necessário acabar com o desmatamento em no máximo dez anos.

No início de outubro deste ano, ONGs brasileiras lançaram um pacto pelo fim do desmatamento na Amazônia que prevê acabar com a derrubada da floresta em sete anos sem prejudicar o crescimento econômico da região.

“O desmatamento das florestas tropicais deve ser incluído nas discussões da Convenção do Clima, em Bali. Os recursos para zerar o desmatamento já existem, o que falta agora é vontade política. Os governos de Papua e do estado do Amazonas já apresentaram iniciativas nesta direção que os governos presentes em Bali devem seguir. Sem dinheiro não há florestas nem futuro”, disse Paulo Adario, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace, que foi eleito pela revista Época um dos nomes mais influentes do Brasil.

A proposta do Greenpeace tem potencial para arrecadar recursos da ordem de vários bilhões de dólares por ano, sendo que uma parte pode ser usada em um futuro próximo para financiar ações urgentes para reduzir as emissões vindas de desmatamento.

Em abril deste ano, os governadores das províncias de Aceh, Papua e Papua Barat reconheceram a necessidade de reduzir o desmatamento com o apoio da comunidade internacional, através de mecanismos de financiamento para redução de emissões e de transferência de tecnologia voltada para a proteção das florestas e para a geração de renda para as comunidades locais.

Bill Hare, conselheiro político para mudanças climáticas e co-autor da iniciativa do Greenpeace, completa: “Nossa proposta alia oportunidades de mercado com financiamento para políticas públicas que vão resultar em reduções reais do desmatamento, sem a transferência do problema de um lugar para o outro, além de garantir a divisão dos benefícios com a população local”, disse ele.
(material distribuido pelo Greenpeace Brasil)

Posted by Joao Arnolfo in 06:14:52 | Permalink | No Comments »

Tuesday, December 4, 2007

Padre sem consciência ecológica faz greve de fome a favor da transposição do São Francisco

Transposição do rio São Francisco agora tem bispo contra e padre a favor

O padre paraibano Djacy Brasileiro planeja manifestação para a quinta-feira 6 pela transposição de águas do rio São Francisco, contrariando a maior parte dos clerigos catolicos do nordeste que estão contra a obra do governo Lula por razões ecológicas (ameaça ao rio) e politicas (so as megaempreiteiras e grandes proprietários serão beneficiados).

Em carta divulgada ontem (3), o padre diz que o ato é “uma resposta ao bispo Dom Luiz Cáppio, mostrando-lhe nossa situação de calamidade”.  Dom Cappio, bispo de Barra, na Bahia, é o grande herói das comunidades pobres ja conscientes do problema envolvendo a obra deixada por Ciro Gomes para Lula tocar e atender interesses das empreiteiras no Nordeste.

O bispo da Barra (BA) reiniciou greve de fome, pedindo o arquivamento do projeto. “Então, dom Cáppio, pelo o amor de Deus, deixe a água vir para matar nossa sede. A água do ‘velho Chico’ também é nossa. Somos todos Brasileiros”, diz o padre paraibano, faturando no rastro da fama do bispo que ha varios anos vem lutando pela revitalização do rio e contra a transposiçao do jeito que o Ministerio da Integraçao planejou em vem tentando executar.

O governo está dando força a ação do padre anti-ecologico e mandou divulgar suas bravatas, como a oração que pretende  agora fazer  toda manhã.

“Será uma manhã toda de jejum e oração, pedindo ao Deus da e irá jejuar e orar durante toda a manhã da quinta-feira na comunidade rural São Pedro, no município de Santa Cruz. vida, que faça com que o governo federal execute a todo custo o projeto redentor, que é a transposição. Em oração, clamaremos a Deus pelos os milhões de irmãos nordestinos, que clamam por água”, diz padre Djacy Brasileiro.

Ele também explica a escolha da comunidade: “Por que escolhi essa comunidade para essa manhã de jejum e oração? Porque é uma comunidade que está sofrendo muito com a falta dágua. A situação é dramática. E muito dramática. No momento vamos erguer a famosa cruz de latas, nosso símbolo da luta por água”.

(Com ajuda de materia enviada da redação de WSCOM Online)

Posted by Joao Arnolfo in 09:34:05 | Permalink | No Comments »

Monday, December 3, 2007

Chavez começa a perder apoio na Venezuela, estudantes comemoram derrota de proposta ditatorial

Reaçao positiva diante da derrota de Hugo Chavez na Venezuela, aqui na Europa, nesta manhã de segunda-feira fria e nublada.

A proposta que foi a referendo na Venezuela ontem acabaria com limites para a quantidade de mandatos que um presidente poderia ter… um absurdo!

Editoriais de tv com cobertura internacional, como a BBC e a CNN, destacam fortemente a comemoração de rua, com os estudantes à frente da classe media.

Isto deve servir de lição ao companheiro Hugo Chavez, bem que Lula avisou que não bastava copiar o vermelho do PT e os showmicios do Duda… muito menos ficar de tititi com o comandante Fidel, enrolando o bom velhinho com conversas populistas…

Posted by Joao Arnolfo in 09:22:54 | Permalink | No Comments »

Thursday, November 22, 2007

Lula is doing what Bush told him to: avoid the global warming stuff while you can, brother

Brazilian president Luis Inacio Lula da Silva does not intend to present to the world next

December, during United Nations sponsored talks in Jacarta on the global warming issue,

clear measures to reduce national greenhouse gases emissions, caused mainly by destruction

of Amazonian forest.

Lula’s reluctance to adopt these goals looks like his colleague’s in United States against

imposing ecological overcosts to American big business (George W. Bush did not sign the

Kyoto protocol and is now paying a high electoral price for that wrong decision, as

Republicans from California told him recently).

As it became clear  with the annoucing yesterday that the Exectuvie branch of federal

governament in Brasilia has decided not to face the problem of CO2 emissions immediatly, as

oposition and environmentalists are asking for, and instead is creating another two-dozens

members interministerial committee… to present a proposal in six months.

This is the way not to do what should be done to solve national - or, in this case,

internacional - problems  in Brasilia: when the best thing (for your political group) is

doing nothing, you create a committee or something to play down media excitments and let

time take care of the rest.

That’s pretty different from what Congress has done in Brazil about the same issue, showing

 that national society is deeply divided by green issues - which is natural as the economy

is still heavly dependent on cattle-raising, soy and now sugarcane plantations for ethanol

production.

For the time being Brasilia is very badly positioned in the green issue since the country

is ranked as world number fourth in the carbon emissions.

Exactly one day before UN panel scientists annouced in Europe that it is our responsability

the climate warming stuff, Brazilian House of Representative received a comprehensive

package of legislative proposals aimed to reduce CO2 emissions by 5% in a five years.

The so-called green package did not receive support from Lula’s PT or other political 

supporters and last week people at the House just sent us an email showing the main

proposition has already gone a few steps although is not ready yet to be voted.

Was Lula’s administration serious about the global warming challenge he would not create

any committee or the like but, instead, would have given support for green initiatives

already on the legislative track in Brasilia.
 
Critics of the president say Lula is only trying to divert attention from the growing

pressure from civil society and European governaments to set up goals to reduce environment

devastation in central and speciallynorthern Brazil, where Amazonian ecossystem is.

When United Nations scientists confirmed last February that mankind was responsabile for

the global warming  Brazilian government did not act right away as Europe did, setting

clear objetives to be accomplished in the next decades.

Instead of adopting measures to curbe forest burning, to stop ilegal occupation and enforce

the environment law (which, by the way, his government inherited from former president

Fernando Henrique Cardoso’minister of Enviroment Protection, Jose Sarney Filho, now leader

of the fast-growing leftist Green Party, the only political force in Congress that went up

from 1 or 2 representatives by the end of last century to 5 elected in 2002 and 14 elected

last year.

Should Lula listen to his friends at Green Party (he still has got a few), no committee

would ever be created - it is just a matter of good sense.
 
Or of no sense at all, as we have seen up to now in Brasilia.

Posted by Joao Arnolfo in 13:49:03 | Permalink | No Comments »

Governo brasileiro continua enrolando para nao fixar metas de reducao das queimadas

Merece critica a atitude do governo Lula de empurrar para maio do ano que vem a eventual fixacao de metas para reduzir as queimadas, principais responsaveis pela incomoda posicao de quarto maior causador do aquecumento global.
Em vez de adotar as metas de reducao das emissoes de carbono, como pede o mundo todo e obrigam projetos de lei correndo no Congresso, o presidente Lula mais uma vez prefere empurrar  a questao para o futuro, esperando com isso que outros grandes parceiros internacionais facam o mesmo.
Nao farao e o Brasil vai ficar cada vez mais isolado na corrida pela modernizacao global, que exige anes de tudo uma atitude no minimo ecologicamente correta por parte dos governantes.
A Uniao Europeia ja fixou metas de reduzir em 30% as emissoes nos proximos vinte anos.
Por que so nos e o presidente George Bush nao conseguimos fixar estas metas?
Posted by Joao Arnolfo in 07:53:48 | Permalink | No Comments »

Wednesday, November 21, 2007

Ex-fazendeiros alimentam teoria conspiratoria sobre contaminacao em terra quilombola

Essa a gente ainda nao tinha visto: teorias conspiratorias alimentadas por ex-fazendeiros invasores que tiveram que deixar suas posses apos a demarcacao das terras.
Isso mesmo que voce esta lendo: denuncias dos interessados em receber indenizacoes do governo por terem ocupado terra quilombola agora dizem que as pessoas estao sofrendo com a contaminacao por minerios radioativos e o governo esconde da populacao.
Que coisa, eim! Veja a correspondencia que temos recebido, falando inclusive sobre contaminacao  em reservas indigenas e terras quilombolas que conhecemos muito bem, como o Territorio Calunga do nordeste de Goias, Brasil.
Em principio nao precisa nem esclarecer - nao passa de mais uma teoria conspiratoria que ganha corpo com a internet, mas que sempre existiu.
Veja a integra desta denuncia no comentario.
Valeu, eim…
Posted by Joao Arnolfo in 00:08:25 | Permalink | Comments (3)