Wednesday, September 5, 2007

Campanha pela internet tenta pressionar o plenário a seguir o conselho de ética e cassar Renan

FORA!  

FORA RENAN!

FORA RENAN!FORA RENAN!

FORA RENAN!FORA RENAN!FORA RENAN!

FORA RENAN!

AVISE @S mailto:ecologica.via@gmail.com AGORA:

Hoje (5) o conselho de ética do Senado vota às 10h se pede ou não ao plenário a cassação de Renan Calheiros (PMDB-AL).

A Turma de Renan faz tudo agora para que

 ”a coisa”

 vá logo pro plenário, onde já fizeram acordos com a maioria dos senadores!

ATENÇÃO!

Muitos Senhores Senadores foram injustamente ameaçados pelos amigos de Renan e sofreram chantagem por causa das  mônicas, verônicas, mírians e seus amigos de gerentes de bancos e compadres lobistas de empreiteiras!

FAÇA SUA PARTE

ENVIE EMAILS DE PROTESTO O DIA INTEIRO

ATÉ RENAN SER CASSADO

 E PERDER OS DIREITOS POLITICOS POR OITO ANOS NO MINIMO,

POR RECEBER DINHEIRO DE EMPREITEIRA MENDES JUNIOR

E DA CERVEJARIA SCHINCARIOL,

ENTRE OUTRAS

FIRMAS

CAPITALISTAS

PODRES!

Faça sua mensagem do tipo:

FORA RENAN!

e

envie

para:

presidente@stf.gov.br

presidente@planalto.gov.br

presidente@camara.gov.br

presidente@senado.gov.br

ou

escolha os emails de sua preferencia em:

www.camara.gov.br

www.senado.gov.br

www.planalto.gov.br

www.stm.gov.br

se não der certo experimente reclamar com o papa

benedictus@vaticano.org

OU ENTÃO ESCREVA PRO CARA QUE MANDA NESSA PÔRRA TODA

georgewalkerbush@whitehouse.gov

Imperatorius et Domine

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annus domini 2012

Terra, Terraium

Solarium

+ 1 campanha de utilidade política da

ViaEcologica.Com

Posted by Joao Arnolfo at 12:36:30 | Permalink | No Comments »

Wednesday, August 1, 2007

PSol e Gabeira voltam à carga contra Renan exigindo investigação das relações com Schincariol

Com o apoio de outros parlamentares, como o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), o Partido do Socialismo e Liberdade (PSOL) entrou no final da tarde com nova representação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

Desta vez, pedem que sejam investigadas as relações da família Calheiros com a cervejaria Schincariol, conforme matéria publicada pela revista Veja, em 11 de julho, e ainda as denúncias a respeito de uma suposta apropriação ilegal de área rural em Murici (AL).

- É uma solicitação de abertura de procedimento investigatório para avaliar indícios relevantes de crime contra a administração pública, tráfico de influência, intermediação de interesse privado, exploração de prestígio e abuso das prerrogativas asseguradas aos parlamentares em várias áreas - disse à Agência Senado a presidente do PSOL, ex-senadora Heloísa Helena, que protocolou a representação na Secretaria Geral da Mesa. 

“Tivemos mesmo que recomeçar a carga contra o Renan, não teve outro jeito, não larga o osso” - lamentou o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que trabalhou no recesso no acompanhamento do caso no Senado e na CPI do Apagão Aéreo.

Luciana Genro, Ivan Valente (PSoL),  Gabeira e outros “éticos” estiveram no analisando durante julho os aspectos regimentais e jurídicos da situação de Renan, preocupados com a ampliação da crise politica na retomada dos trabalhos legislativos se não houver uma definição clara sobre a cassação do presidente do Senado.

Na fila do conselho de ética, chamado pelos jornalistas de corredor da morte, já está o senador Gim Argello (PTB-DF), que teve a coragem de assumir um dia antes do recessso, claro, para tentar não chamar a atenção da mídia já está sob investigação do corregedor Romeu Tuma (DEM-SP).

Na Câmara,  o PSoL está pedindo a investigação da denúncia de que o deputado Paulo Magalhães (DEM-BA) teria recebido R$ 20 mil da construtora Gautama, do escândalo da Operação Navalha, da Polícia Federal.

Pode dar cassação também.

Hoje na volta do recesso, a Câmara promoveu sessão de homenagem a dois deputados que morreram no recesso de 15 dias (um deles no acidente de Congonhas, o outro de doença pulmonar).

Amanhã cedo começa a votar medidas provisórias, para variar. 

No Senado a pauta a pauta está trancada pela  Medida Provisória 366 - aquela pela qual o Governo Lula subdividiu o Ibama, para criar o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade.

Os funcionários do Ibama, contrários à divisão sem estudos, prometeram voltar à greve assim que o Senado voltasse a trabalhar. A matéria já foi aprovada na Câmara numa primeira votação, se fosse aprovada pelo Senado sem alterações iria direto par sanção presidencial. Se houver modificação, volta para a Câmara e Senado novamente.

Só que o Senado não consegue voltar a trabalhar de verdade mesmo tão cedo. Com o presidente da Casa acuado como está o senador Renan Calheiros, será praticamente impossível chegar a consenso para se colocar em pauta e votar a MP 366 -  a menos que o Governo corra o risco de perder no plenário, onde tem maioria mais folgada do que na Câmara.

Se e quando for destrancada a pauta, o Senado tem que tratar rapidamente de  matérias da área econômica como  a  questão da prorrogação da CPMF e a desvinculação das receitas da União (DRU),  essencial  para o controle das contas públicas e o equilibrio fiscal que mantém a inflação baixa.

Enfim, se não houver uma solução rápida a crise de Renan contaminará o Congresso e paralisará o governo.

Posted by Joao Arnolfo at 22:51:27 | Permalink | No Comments »

Sunday, July 15, 2007

Nem a Veja tem mais novidades sobre os Calheiros - e precisa?

Matéria da Veja deste fim de semana não tem novidade mas este fato em sim já ajuda a avaliar as consequências do impasse com o presidente ainda do Senado que já não preside mais o Congresso…

Virou um daqueles tristes casos que as limpadoras contam, de alma penada vagando de noite pelos subterrâneos do Palácio do Congresso…

Se estivesse seguro da inocência - jamais recebeu dinheiro da Schincariol ou da Mendes Júnior? - já poderia ter se afastado numa boa e esperado as conclusões do conselho de ética, onde poderia perder mas depois ganharia (ja não ganha mais) no voto secreto do plenário com congrole governista.

Mas não, até o governo o abandona rapidamente, ele mesmo mostra que sabe que o fim está próximo: nem o garçon fica à vontade lhe servindo cafezinho. 

Com fotos dos amigos Andre Dusek/AE e  Lula Marques/Folha, vamos à matéria da VEJA na retranca Brasil:

O senador agoniza em público…

…mas insiste em ficar no cargo, paralisando
o Senado e expondo a instituição ao descrédito.  

O deputado Olavo (à direita) e o senador Renan (acima), irmãos enrolados com venda suspeita de fabriqueta de refrigerantes à cervejaria Schincariol

Otávio Cabral

Desde os tempos em que os senadores eram escolhidos pelo imperador e precisavam ter renda superior a 800.000 réis por ano, o Senado nunca viveu uma crise como a provocada pelo Renangate. Criada há mais de 180 anos, a Casa já passou por maus bocados, desde seu fechamento pela ditadura militar, em 1968, até o assassinato a bala de um senador por outro dentro do plenário, mas nunca ficou paralisada pela mera presença de seu presidente na cadeira de presidente. Nem mesmo no escândalo que resultou na renúncia do ex-senador Jader Barbalho. Na semana passada, com a divulgação da mais recente novidade, segundo a qual o senador Renan Calheiros prestou favores à Schincariol depois que a cervejaria comprou uma fabriqueta de sua família por um preço astronômico, a situação chegou ao seu ponto mais crítico até agora – e Calheiros passou a agonizar em público.

Na terça-feira, o senador, enquanto presidia a sessão, bateu boca com o tucano Arthur Virgílio e chegou a socar a mesa: “Se quiserem a minha cadeira, vão ter de sujar as mãos”. No dia seguinte, Calheiros esquivou-se de comandar uma sessão conjunta do Congresso para fugir do protesto preparado pelos deputados. Eles iriam distribuir 100 cartões vermelhos aos colegas, que os levantariam na sessão pedindo o afastamento do senador. Na quinta-feira, senadores de cinco partidos deixaram o plenário em protesto contra manobras patrocinadas pelo presidente Calheiros para proteger o réu Calheiros no processo em que é acusado de manter relações promíscuas com o lobista de uma empreiteira. “Essa crise gera um embaraço inédito para a instituição por atingir um presidente que é processado no exercício do cargo e usa o cargo a seu favor”, diz o cientista político e historiador Octaciano Nogueira, da Universidade de Brasília (UnB).

A situação de Renan Calheiros é patética. Não pode presidir uma sessão do Senado, e nega que haja crise no Senado. Não tem saído de sua residência oficial, localizada no Lago Sul, em Brasília, porque sua aparição em público pode provocar constrangimentos. Também não vai a Alagoas, seu estado natal, com receio de atrair manifestações de repúdio. No Senado, sua situação é de crescente isolamento – físico até. Antes, seu gabinete era o mais movimentado da Casa, com parlamentares entrando e saindo constantemente. Agora, só é freqüentado por seus mais fiéis defensores. Nem o PMDB, seu partido, lhe tem estendido a mão. Na semana passada, Calheiros pediu ao presidente do partido, deputado Michel Temer, o lançamento de uma nota oficial em seu apoio. Disse-lhe Temer: “Não dá mais, Renan. Seu caso não é jurídico. O seu problema é a falta de condições políticas”.

Desde o fim de maio, Renan Calheiros enfrenta uma crise pessoal que insiste em misturar com o Senado – e, agora, ela começa a transbordar para sua família. Seu irmão, o deputado Olavo Calheiros, que vendeu por 27 milhões de reais a fábrica de refrigerantes da família que não valia mais que 10 milhões de reais, está sob o risco de sofrer uma investigação na Câmara. O PSOL – sempre o PSOL – pedirá a abertura de um processo para apurar o negócio. Há a suspeita de que o valor espetacular obtido na venda da fábrica tenha sido pagamento por tráfico de influência dos irmãos Calheiros em favor da Schincariol. Será uma investigação importante também para entender como o deputado Olavo Calheiros enriqueceu tão depressa. Em 1998, seu patrimônio declarado era de apenas 95.000 reais. Quatro anos depois, já chegava a 2,8 milhões. No ano passado, batia em 4 milhões de reais.

O deputado Calheiros, embora numa situação muito mais confortável que a do irmão, pelo menos por enquanto, também anda sumido. Sua única aparição na semana passada aconteceu no ato de desagravo a Renan Calheiros. O ato deveria ser um jantar na churrascaria mais badalada de Brasília, mas o receio – mais uma vez – de que a presença de Renan Calheiros atraísse protestos levou os organizadores a escolher um discreto restaurante às margens do Lago Paranoá. No jantar, o senador anunciou que aproveitaria o recesso parlamentar para visitar seu reduto eleitoral, mas foi desaconselhado. Seria difícil encarar os passageiros do avião e os protestos que estavam sendo organizados em Maceió. Renan Calheiros desistiu. Ao jantar em sua homenagem compareceram 57 prefeitos de Alagoas. A previsão era que aparecessem oitenta. Como se vê, já tem até prefeito do interior que não quer ser fotografado ao lado do senador Renan Calheiros. Sinais do fim

Posted by Joao Arnolfo at 11:58:34 | Permalink | No Comments »